Chorei. Chorei muito; por ti, por mim, mas principalmente porque nunca houve um nós. Dei-te tudo. Não quis ficar com o "poderia" a vaguear sobre a minha cabeça. Prometi-te o mundo. Mundo esse, que o seleccionei a pontos tão extremos e tão precisos, que eu própria mantive o meu Eu de lado, só para que o teu Tu estivesse sempre no topo; fosses tu o verdadeiro Dono do Mundo. Pintei-te. Pintei-te numa tela que não a minha, mas acreditei que "um dia", tu ainda olharias para aquela tela como nossa e não tua. Esforçei-me. Esforçei-me demasiado por ti, "esquecendo" o meu eu, para te dar tudo o que te pertencia. Fingi. Fingi com o "tudo passa", quando por dentro de mim tudo ficou. Conheci-te. Talvez como mais ninguém te conheça; mesmo não querendo fazer de ti, cobaia das minhas experiências.
És tu, tu e só tu o maior culpado do meu primeiro amor. Não único, não o maior, simplesmente o primeiro. E serás sempre, visto como "o tal" que mais me fez sofrer e sorrir de amores.
Sei que fui eu só que errei. Pedi de ti mais do que aquilo que me soubeste dar e também menos do que algum dia eu te tenha dado.
Estiveste sempre a anos-luz de mim .. e eu a julgar que estavas cada dia mais perto.
Um dia, sei que te marco. Nem que mais não seja numa folha de papel, onde escreves a data e acrescentas notas. Mas também sei que esse dia ainda irá demorar uns bons e duradouros tempos.
Resta-me esperar. Não por ti.
Felizmente que esta passagem de ano, vai ser diferente .. pois, já não vou ter que "gastar" um desejo em ti. Talvez tenha sido isso; o desejar-te tanto por perto, que fez com que te afastasses.
Já não há mais passas de uva, nem velas trincadas, ou aviões cruzados (...) Acabaste com as incertezas; levaste as (poucas) certezas que restavam contigo; o amor, obcessão, vício, perdição (chama-lhe tu o que quiseres) perdeu-se contigo. Assim como eu te perdi.
Hoje sim, o desejo que peço para ti, não sou eu. Mas sim, uma pessoa melhor. Porque apesar de tudo, tu merece-la. Mais que ninguém, mais que todos.
Fixei-te num ponto e liberto-te numa linha; de braços bem fechados, não quero que voltes.
Olho agora para as tuas costas, e vejo-te ver partir.
Dói e sofro; mas não importa. Sei que tudo vai e tudo vem. No teu, no NOSSO caso ... eu já te tinha impedido vezes demais de ires. Liberta-te.
Guardei uma folha na bolsa da tua mochila, com uma lágrima de despedida também.
"Obrigada por me teres dado a minha maior luta e por teres travado a vitória. Foste tu, sempre tu, a minha melhor arma. Amei-te muito.
És tu, tu e só tu o maior culpado do meu primeiro amor. Não único, não o maior, simplesmente o primeiro. E serás sempre, visto como "o tal" que mais me fez sofrer e sorrir de amores.
Sei que fui eu só que errei. Pedi de ti mais do que aquilo que me soubeste dar e também menos do que algum dia eu te tenha dado.
Estiveste sempre a anos-luz de mim .. e eu a julgar que estavas cada dia mais perto.
Um dia, sei que te marco. Nem que mais não seja numa folha de papel, onde escreves a data e acrescentas notas. Mas também sei que esse dia ainda irá demorar uns bons e duradouros tempos.
Resta-me esperar. Não por ti.
Felizmente que esta passagem de ano, vai ser diferente .. pois, já não vou ter que "gastar" um desejo em ti. Talvez tenha sido isso; o desejar-te tanto por perto, que fez com que te afastasses.
Já não há mais passas de uva, nem velas trincadas, ou aviões cruzados (...) Acabaste com as incertezas; levaste as (poucas) certezas que restavam contigo; o amor, obcessão, vício, perdição (chama-lhe tu o que quiseres) perdeu-se contigo. Assim como eu te perdi.
Hoje sim, o desejo que peço para ti, não sou eu. Mas sim, uma pessoa melhor. Porque apesar de tudo, tu merece-la. Mais que ninguém, mais que todos.
Fixei-te num ponto e liberto-te numa linha; de braços bem fechados, não quero que voltes.
Olho agora para as tuas costas, e vejo-te ver partir.
Dói e sofro; mas não importa. Sei que tudo vai e tudo vem. No teu, no NOSSO caso ... eu já te tinha impedido vezes demais de ires. Liberta-te.
Guardei uma folha na bolsa da tua mochila, com uma lágrima de despedida também.
"Obrigada por me teres dado a minha maior luta e por teres travado a vitória. Foste tu, sempre tu, a minha melhor arma. Amei-te muito.
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